quinta-feira, 9 de junho de 2011

PRIMEIRAS PAREDES







Os blocos de cimento chegaram "escorregando" por uma táboa inclinada para as mãos dos pedreiros para levantar as paredes e os muros do fundo da casa. Usaremos os blocos de cimento apenas nesta etapa da construção do sub-solo por serem mais resistentes e servirem de arrimo do desnível do terreno.
A colocação é feita com cuidado, com a ajuda da linha de naylon estendida para manter o crescimento das paredes nivelado e alinhado.

Já a parede que separa as duas casas é feita de bloco cerâmico. Será esse o material usado para a construção do restante das paredes da casa.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

OUTRA CARA



Dois dias após a concretagem , cheguei à obra e tudo tinha se transformado.
As valas concretadas tinham desaparecido, cobertas por terra e as fiadas de nivelamento do alicerce já estavam rebocadas com argamassa contendo elemento impermeabilizante.

Na foto, o arquiteto confere o trabalho realizado.

sábado, 4 de junho de 2011

CONCRETAGEM






Já comentei que dia de concretagem é dia de nervosismo e fortes emoções.
Começa com os telefonemas da concreteira insistindo para enviar logo dois caminhões de concreto e Seu João, nosso mestre de obra, não aceitando a sugestão.
Todos na obra ficam em prontidão, ligados na movimentação dos caminhões, que exibidos, chegam girando o balão,fazendo manobras e atrapalhando o trânsito. Há uma noção generalizada que eles tem urgência e portanto, prioridade.

Primeiro chega o caminhâo da bomba que se posiciona em frente à obra a espera do caminhão betoneira que, ao chegar, começa a passar o concreto para o primeiro caminhão que se encarrega de bombear o concreto para a obra através de uma grossa mangueira.
Mangueira que mais parece uma grande "jibóia pantaneira", arrastando-se pela obra e vomitando a massa pastosa de concreto.

Para segurar essa "jibóia" pesada, o funcionário, que não tirava o cigarro aceso dos lábios, precisou do auxílio de nossos pedreiros.

TERRENO ARMADO




Pelas fotos dá para observar nas armações de ferro toques de delicadeza nos amarrados de arame. Como se fossem pontos de bordado os arames seguram os estribos que têm a função de manter a estrutura das barras de ferro alinhadas. É bonito de ver os pedreiros executando essa tarefa de amarração.

Nas outras fotos as valas "armadas" com pedras britadas no fundo, prontas para receber o concreto e finalizar os alicerces da casa.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

SÍTIO ARQUEOLÓGICO





As valetas abertas para receber as armações de ferro deixaram o terreno com a aparência de sítio arqueológico.

O trado abre os orifícios das brocas, perfurando a terra até encontrar areia clara e pedriscos, como mostra uma das fotos, sinal de terreno firme. Nessa obra esse material foi encontrado a mais de três metros de profundidade.
Agora o terreno está pronto para concretar os alicerces.

O arquiteto arqueólogo com a planta da casa na mão checa o trabalho realizado e calcula com Seu João a quantidade de concreto usinado a ser comprado. Horas depois um técnico da CAMPMIX passou na obra para avaliar a correção do pedido e colocá-lo na programação da entrega para o dia seguinte.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

FERRAGENS







Logo que as barras de ferro/aço chegaram foi dado início ao trabalho de montagem das armaduras. Para não perder tempo, Seu João inicialmente não cortou a barra de ferro de 6 metros e a esticou sobre apoios de madeira, como se fosse uma linha de montagem.
As armações foram montadas com 5 barras de ferro e amarradas com arame cozido num trabalho artesanal de muita responsabilidade, como mostram as primeiras fotos acima.

Depois foi a vez de produzir as gaiolas de ferro, agora sim, com pedaços de ferro cortados. Inúmeras gaiolas prontas, parecendo alçapão de capturar animais, estão à espera do momento de serem utilizadas na construção do alicerce da casa.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

RAIZ do EUCALIPTO





O terreno limpo ficou preparado em dois planos, um ao nível da rua e o outro três metros abaixo, como mostra a primeira foto.

No plano superior ficou a raiz de um eucalipto que foi derrubado por estar na linha divisória entre nosso terreno e o do vizinho. Para retirar a raiz a retroescavadora trabalhou por mais de duas horas.